terça-feira, 25 de março de 2008
Na Pizzaria
Após a escolha:
Jô: - Essa pizza pode ser feita em 5 minutos? Estamos com muita fome!( em tom de brincadeira)
Moça: - 5 minutos eu não sei, mas que vai ser mais rápido que o pedido, vai!
(risadas na mesa)
Marcelo ( chegando) : - O que tá acontencendo????
Hahahaha...os estereótipos do grupo!
Beijos
segunda-feira, 17 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
Vou de Crase
Devo usar o acento que caracteriza a crase quando eu digo: -Fui (a) (à)Bahia comprar acarajé?
A resposta:
Nos casos de ir a aulgum lugar- nesse caso, a Bahia- se vc puder dizer: Voltei da Bahia, há a ocorrência da crase, sim! Quando eu volto (de) algum lugar não há a ocorrência da crase.
Resposta:
(tem coisas que a gramática não explica)
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Objeto Direto/ Indireto and the both
Alguém sabe pra que serve? E o Indireto? Alguém pode me dizer?
Onde vamos usá-lo em nossas vidas pessoais?
Metáforas podem ser feitas...cadê a transitividade dos pensamentos? Ah, não! São as ações que são transitivas...eu sou tão poética que me perco no mar da objetividade dos O.D e dos O.I...e quando eles são as duas coisas? Nossa! Daí então que não sei mais o que fazer!
Transitare...trânsito... movimento...eu não páro!
Calma, calma....xenta e fuma xigaio!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Valsa da Solidão
Hoje acordei ouvindo a Roberta Sá. Ela sempre me inspira com a sua voz e o belíssimo repertório que escolheu.
Alegria, era o que faltava eu mim... eu sei que teus beijos e abraços, tudo isso não passa de pura hipocrisia!
Mas a linda mesmo eu vou postar aqui
Valsa da solidão, de Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho
Onde estava tanta estrela que eu não via
Onde estavam os meus olhos que não te encontravam
Onde foi que pisei e não senti
O ruído dos teus passos em meu caminho
Onde foi que vivi
Se nem me lembro se existi
Antes de você
Ah! Foi você quem trouxe essa tarde fria
E essa estrela pousada em meu peito
Ah! Foi você quem trouxe todo esse vazio
E toda essa saudade, toda essa vontade de morrer de amor.
Beijinhos
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
O Espelho
Ela gostava de se vestir com as roupas dele. Jurava que no espelho poderia imitá-lo. Escondida, durante a noite, ia pé ante pé até o banheiro, abria a porta que tinha a maçaneta redonda e grande. Empurrava o pino e lá ficava escondida, brincando. Às vezes tinha medo das coisas que poderia encontrar. Uma vez encontrou uma caixinha, muito pequena mesmo, essas de colocar anel, mas não teve coragem de abri-la.
Ele se vestia com a blusa que ele deixava pendurada no gancho atrás da porta. Enchia o pequeno rosto com aquela espuma de barbear que mais parecia um chantilly, o mesmo chantilly que sonhava ter no seu bolo de aniversário. Mas eles nunca comemoravam nenhuma festa. Olhava-se agora com toda aquela espuma e ficava adivinhando ele no espelho. Imitava-o no gesto do barbear, criando caminhos com o próprio dedo no meio de toda aquela espuma e, do mesmo jeito que ele fazia, mastigava a língua pra fora da boca. Ah, isso era o que ela mais gostava.
Ele não! Ele gostava de poucas coisas. Bem poucas. Ela acreditava que as coisas que ele mais gostava cabiam numa bolsa apenas. A Capanga, como ele chamava.
Um dia, ela arriscou-se a olhar o que realmente havia lá.
[ tetxo escrito durante o processo do Espaço em Aberto]